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O meu blog

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little black spot o Sol. tomado como certo que estará presente nas nossas vidas, dia após dia. tão certo como o sol nascer amanhã. uma estrela de modestas dimensões suspenso no negro silêncio do universo, ainda assim milhares de vezes maior do que o ponto azul claro em que habitamos, inflamando-o de um sopro de vida extraordinário, cheio de implicações poéticas e metafísicas.
mas, como tudo o que é vivo - e um universo que pulsa, que se move em alternada expansão e contracção, não será a última coisa viva por excelência? - não existirá para sempre, e o seu destino será este.
quando o Sol esgotar a sua fonte de energia nuclear, o seu combustível, o núcleo colapsará e a sua matéria começará a implodir, conduzindo a um dos mais violentos eventos conhecidos no Cosmos: a explosão que dá origem a uma supernova *. ainda faltam alguns biliões de anos até à morte da nossa estrela, é certo, e não é sequer possível prever se haverá então vida na Terra que se extinga com o seu desaparecimento. no entanto, é assombroso pensar nisso. no limite onde a ciência procura explicar (compreender) tudo em termos físicos, não será ainda assim onde a poesia é mais brutalmente extasiante?